terça-feira, 17 de agosto de 2010

Os amores insuperáveis

Fiz os meus deveres nesse tempo e desci, esperando por ele, no banco na frente do meu prédio. Levei meu fone, assim o tempo passava mais rápido. Mas não, quem podia ir me irritar que eu estava rezando para que não me visse apareceu do nada!


- Oi Dany! – fingi que não ouvi e aumentei o som do meu celular – nossa, se não quer falar comigo é só falar. – ainda bem que o Ká chegou.

- Oi, meu amor!

- Oi, minha anja! – senti um olhar atravessado.

- Vamos na praça? Espera aí eu vou pegar o badminton para jogar.

- Vamos.

- ta vou lá a casa pegar. Espera-me aqui.

Corri o mais que pude peguei e voltei correndo. Mas quando eu cheguei lá não tinha ninguém! Liguei pro Ká ele não atendeu! Aconteceu alguma coisa muito serio pra ele sumir. Quando eu me viro para voltar para casa o Felipe está de frente para mim e fala:

- Ele foi embora depois que eu falei que te beijei de novo.

- Mas você não me beijou de novo!

- Mas ele não precisa ficar sabendo disso.

Corri para casa deixei o jogo e só gritei “Mãe to indo pra casa do Ká!”. Fui correndo para casa dele olhando para ver se o via. Mas a essa altura ele já estava em casa. Quando cheguei toquei a campanhia e sua mãe abriu a porta.

- Oi tia! O Ká ta ai?!

- Ta sim, Dany, entra.

- licença.

- Ele ta no quarto.

- Brigada

Bati na porta, e ouvi uma voz entra.

- Oi amor...

- O que você ta fazendo aqui? Vai pro Felipe vai.

- Ele não me beijou de novo você não viu que ele só quer nos separar?

- Mas... – antes dele falar, eu fui direto para um beijo não me preocupei a porta tava fechada.

- Viu como eu te amo, aquele menino ele só quer ficar comigo pra falar pros amigos, “aquela eu também peguei” e eu não quero isso.

- Eu também te amo muito!

Ficamos uns dois minutos nos olhando. E nos beijando. O mal entendido foi desfeito.

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